#001 - As Estrelas Também Morrem, todavia não fazem UPLOAD.
A primeira virtude da Humanidade foi a dúvida. - Carl Seagan.
A dúvida, bem como o erro tornaram o real controlável na busca por conhecer o inevitável.
Aprender a aprender é aprender é a errar. Vide a conquista espacial, feita de erro e sangue.
Sob nossas cabeças o Sol e a Lua. Crossing your sky, corpos espaciais projetam o que está ao seu redor e você não conhece. MatriXspace or Cave? Sua escolha.
Era evidente como, da escotilha de uma Nave espacial veria o obscurantismo Moderno, Ou melhor, o controle sobre o obscuro, o desconhecido despido, exibe seus buracos negros e antimatéria como uma flor exibe seus dotes para dissipar sua espécie.
Os tradicionalistas e os clássicos terão que se updatear. Porém não precisam se desfazer do terno e amável analógico. Terão que forçar seus miolos orgânicos como o tear de Jaqques que garantiu as infinitas mémórias portáteis, fazendo do tear não um sufixo poético: mas sim a automação de um processo. Garantindo para humanidade os louros de sua engenhosa criação, acelerando o processo de virtualização da mesma. Reduzir para quanticizar.
Presos na camada de aplicação os humanoides do planeta in vitro vivem sob o regime físico que muitos preferem desconhecer e outros preferem nem suscitar a existência. (Trapped in the application layer, the humanoids of the planet in vitro live under the physical regime that many prefer to ignore and others prefer neither to raise existence.)
A supremacia do Cosmos é angariada como se este fosse finito, e como se pra além deste não houvesse outra forma de Governar. A carreata eletromecânica enche a Terra de Adereços.
Formando um grande cinturão, seus Habitantes são como Estrelas sedimentadas; querendo atingir a velocidade da luz para ver se retornam mais rápido a ser poeira cósmica, pois sua Natureza pendular e inconstante contrasta com a padronização mecânica e precisa dos astros.
Na linha espaço-tempo einsteniana encaixo o vetor História como uma constante inexplorada nos ciclos de existência da Terra, na analogia das grandes Civilizações o ensejo por adentrar os céus recorta o simbólico para perfurar o real, e sobre este instituir outra realidade.
Na medida que as órbitas dessa grande cebola são desmembradas, o núcleo frágil do planeta fica evidente, e justamente por enxergar maiores espectros magnéticos a Serpente foi punida a rastejar, e sobre a liturgia do fruto científico a presença de pudor tornou a raça humana ultrajante, pois é no erro que se depura a matéria.
Eva sentia que poderia enxergar além do 400/700 nanômetros; comeu a maçã e a sensação foi de êxtase, pois Usufruíra de sua liberdade, e isso a tornara essencial como o satélite natural da nossa Amada Terra, Lua.
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